Hidratação, nutrição e reconstrução – Como diferenciar

Hidratação, nutrição e reconstrução – Saiba as diferenças entre os tratamentos

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Hidratação, nutrição e reconstrução – Como diferenciar

Você sabe como diferenciar hidratação, nutrição e reconstrução na hora de lavar os seus cabelos? Caso a resposta seja não, certamente você está tratando as suas madeixas de forma errada, podendo até mesmo estar oferecendo para os fios aquilo que eles não necessitam. Entender como funciona o chamado ciclo de cronograma capilar com hidratação, nutrição e reconstrução é importante para você ter cabelos saudáveis, o que funciona como uma espécie de reeducação alimentar para as madeixas. Alguns tratamentos são indicados para quem quem possui os fios danificados, porosos e ressecados, ao passo que os fios saudáveis não necessariamente precisam deles, requerendo outros tipos de tratamentos.

Hidratação, nutrição e reconstrução: Fase 1) Hidratação

A hidratação, que se refere à reposição de água e cuja função é devolver umidade natural para as madeixas ressecadas, deve ser realizada por todas as mulheres, tanto as que possuem cabelos 100% naturais quanto as que possuem cabelos quimicamente processados com alisamentos, descolorações e tinturas. O ressecamento em questão não é causado apenas por estes procedimentos, mas também pelas agressões externas do meio ambiente e pelo calor térmico. Por causa disso, que todas as mulheres devem incluir o ciclo de hidratação em seu cronograma capilar onde a tabela ficaria com hidratação, nutrição e reconstrução, devendo respeitar o fato de que a mesma vem antes da nutrição e da reconstrução.

O alisamento, a descoloração, a tintura, a chapinha, o secador, o babyliss, o cloro, a poeira, a poluição, o sal e o sol são responsáveis pelo ressecamento dos cabelos, que, sem reposição de água, fornecida pela hidratação, ficam ásperos, embaraçados, fracos, indisciplinados, opacos e volumosos, apresentando frizz e pontas duplas. A hidratação torna estes cabelos mais brilhosos, desembaraçados, disciplinados, fortes, maleáveis, sedosos e suaves. É preciso, para alcançar os resultados do tratamento desejado, utilizar um shampoo, um condicionador e uma máscara da mesma linha e do mesmo gênero hidratante. Afinal, não faz sentido nutrir ou reconstruir na hora de hidratar.

Hidratação, nutrição e reconstrução: Fase 2) Nutrição

A nutrição, que se refere à reposição de aminoácidos essenciais e cuja função é devolver nutrientes para as madeixas porosas, deve ser realizada por todas as mulheres, tanto as que possuem cabelos 100% naturais quanto as que possuem cabelos quimicamente processados com alisamentos, descolorações e tinturas.  A porosidade em questão é causada, não pelos fatores externos do meio ambiente ou pelo calor térmico, mas pelos próprios procedimentos químicos, que removem os nutrientes das fibras capilares. Sem aminoácidos essenciais em sua estrutura, os fios perdem massa capilar e se tornam extremamente fracos, o que contribui para a facilidade da quebra capilar.

Os cabelos porosos se caracterizam por ficarem com as escamas completamente abertas, ou seja, tudo o que passa pela estrutura não fica retido, como é o caso, por exemplo, da água, dos nutrientes e dos procedimentos químicos. Isso dificulta o tratamento, sendo que não é qualquer agente nutritivo que consegue penetrar nas cutículas e no córtex para agir, apenas os melhores produtos do gênero, aliados à uma disciplina no seguimento das fases de hidratação, nutrição e reconstrução do ciclo de cronograma capilar. É possível notar que os fios estão porosos quando os mesmos não secam, não clareiam e não colorem como deveriam, além de ficarem embaraçados, indisciplinados e volumosos.

Hidratação, nutrição e reconstrução: Fase 3) Reconstrução

Já a reconstrução,  que se refere à reparação das fibras capilares e cuja função é reestruturar madeixas danificadas,  não deve ser realizada por todas as mulheres, apenas por aquelas que estão com os cabelos realmente danificados, principalmente pela descoloração. O dano é caracterizado, não apenas pela porosidade e pelo ressecamento, mas também pela modificação da estrutura do fio, que o torna elástico e, se não tratado como deve, pode causar corte químico, ou seja, o rompimento, a partir da raiz ou do comprimento, que se difere da quebra, pois envolve todos os fios e não apenas alguns deles de forma imperceptível.

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